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Eurofãs da Selecção

  A Nosssa Selecção 2002
 

Lista de convocados

Ricardo (11/02/76)

Indiscutível. Foi o titular em toda a campanha de qualificação e deverá reivindicar a baliza no Mundial, apesar da sombra do incontornável Vítor Baía.

Vítor Baía (15/10/69)

O particular com o Brasil era a última oportunidade para regressar à selecção antes da convocatória. Mas Oliveira entendeu que ele tem um lugar por inerência. 

Nélson (20/10/75)

A suspensão de Quim abriu-lhe a porta da esperança, assim como a titularidade no campeão Sporting. Oliveira tinha-o como quarta opção mas as circunstâncias mudaram.

Abel Xavier (30/11/72)

Chegou a haver alguma incerteza em relação à sua presença na selecção, quando Frechaut surgiu. Mas está mais que visto que não perdeu o lugar no avião.

Frechaut (24/9/77)

Fez cinco jogos na fase de apuramento mas não chegou a não ser clara a sua convocatória. 

Fernando Couto (02/08/76)

Não há muito para dizer. Tem o passaporte carimbado há mais de uma década, altura em que começou a fazer parte da selecção. É uma influência importante no grupo.

Jorge Costa (14/10/71)

Soube sair a tempo do FC Porto para não perder o comboio do Mundial. No Charlton ou na China, se estivesse a jogar, seria sempre convocado.

Jorge Andrade (9/4/78)

Ganhou o estatuto de terceiro central nos jogos particulares deste ano, ultrapassando Beto. Oliveira confia nas suas capacidade e gosta da sua forma de jogar.

Beto (3/5/76)

Jogou como defesa-direito no Sporting, chegou a ser dado como peça fora do baralho mas a sua polivalência foi determinante.

Caneira (9/2/79)

É opção para a esquerda, centro, direita, meio-campo... e o único jogador do Benfica na selecção.

Rui Jorge (27/3/73)

Dono e senhor do lado esquerdo da defesa.

Petit (25/9/76)

É uma peça fundamental na estratégia do seleccionador e um jogador que já ganhou o seu espaço no grupo.

Paulo Bento (20/6/69)

Uma época em grande plano no Sporting catapultaram-no para a lista dos convocáveis. Uma excelente exibição ante o Brasil carimbou-lhe o passaporte.

Paulo Sousa (30/8/70)

Só a desconfiança em relação à capacidade física poderia traí-lo. Estando bem, é uma figura incontornável deste grupo, tanto pelo talento como pela influência.

Rui Costa (29/3/72)

Elemento preponderante na construção do ataque, vai tentar fazer esquecer a má época no Milan. Para o seleccionador, é essencial que recupere bem fisicamente.

Figo 4/11/72)

Quando se fala na sua lesão, o País estremece de pavor. Inconcebível uma selecção portuguesa num Mundial sem Figo. Será a chave da campanha.

Sérgio Conceição (15/11/74)

Contornou a sombra de Figo, também ele um extremo-destro e encontrou, a custo, o seu espaço na equipa. E não dá motivos para lhe tirarem o lugar no onze.

Capucho (21/2/71)

Apesar de não ser titular, foi um "habitué" nas convocatórias e um recurso importante no banco. Parte para a Coreia como substituto de Figo ou Sérgio Conceição.

Pedro Barbosa (6/8/70)

António Oliveira aprecia os seus momentos de inspiração. O sportinguista soube agarrar um lugar na convocatória com boas exibições no clube.

Hugo Viana

A grande surpresa....Kennedy foi substituido à ultima da hora por causa de doping (sempre esteve mais dias no Mundial que o Jardel)

João Pinto (19/8/71)

No Euro-2000 chegou a ser sacrificado no onze. Após a época que realizou no Sporting, não será fácil fazer o mesmo. Tem ganho lugar de destaque na selecção.

Pauleta (28/4/73)

António Oliveira nunca teve dúvidas em relação aos jogadores mais avançados no terreno. O açoriano parte como titular, é esperança de golos.

Nuno Gomes (5/7/76)

Vai lutar com Pauleta por um lugar na equipa, mas não deverá fazer dupla com o companheiro, a não ser que as circunstâncias do jogo o exijam.

 

Vamos à Coreia

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